
A Argentina registrou uma redução na relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) após a chegada de Javier Milei à Presidência do pais. O indicador, que estava em um dos níveis mais altos no fim de 2023, passou a ficar próximo de 70%, segundo dados de instituições econômicas.
A queda ocorreu após o governo argentino iniciar um programa de redução de despesas públicas, com a meta de alcançar o chamado “déficit zero”. Entre as medidas adotadas estão cortes no orçamento, controle dos gastos do Estado e limitação da emissão de moeda para financiar as contas públicas.
A proporção menor da dívida em relação ao PIB também foi influenciada pela mudança em outros indicadores econômicos. A desaceleração da inflação e sinais de recuperação da atividade contribuíram para o aumento do tamanho da economia argentina em comparação ao valor total dos compromissos públicos.
Reservas
Com a redução do peso da dívida sobre o PIB, o governo argentino passou a buscar novas formas de financiamento e reorganização dos pagamentos futuros.As ações incluem negociações com instituições internacionais, privatizações e emissão de títulos no mercado local.
A queda da relação entre dívida e PIB passou a ser um dos principais dados apresentados pelo governo argentino na área econômica. As informações utilizadas no texto são do portal diário 360.